Infraestrutura pessoal. Engenharia real. Operação 24/7.
Um laboratório tecnológico que construí e opero para desenvolver produtos, trabalhar com sistemas reais e transformar experimentação em engenharia que se consegue repetir.
Não é uma colecção de serviços. É um sistema que tem de se aguentar.
O ALPHA LAB não é uma lista de containers a correr numa máquina em casa. É infraestrutura pessoal, ligada permanentemente, onde desenvolvimento, Linux, redes, segurança, automação, observabilidade, armazenamento, recuperação e documentação não são temas separados. São partes do mesmo sistema.
Cada decisão tem consequência a seguir. Uma escolha de armazenamento muda a estratégia de backup. Uma escolha de rede muda o que pode sequer ser exposto. É essa cadeia que torna o laboratório útil como terreno de engenharia e não apenas como servidor doméstico.
Construir é apenas o início. Operar, compreender, observar, recuperar e documentar também fazem parte do produto.
Sou Alpha. Não comecei o ALPHA LAB para ter um servidor em casa. Comecei porque gosto de perceber como as coisas funcionam e, sobretudo, de descobrir até onde as consigo levar.
Aprendo construindo. Instalar alguma coisa e vê-la a funcionar ensina pouco. O que ensina é o que vem a seguir: quando falha, quando cresce, quando é preciso recuperar, quando alguém pergunta porque foi feito assim. Foi por aí que este laboratório se tornou aquilo que é.
Opero o que construo, e isso muda a forma de olhar para as coisas. Observar o que interessa em vez de tudo. Automatizar sem perder o controlo. Manter aquilo que percebo. Escrever o suficiente para não depender de memória. Prefiro um sistema simples que aguenta a um sistema sofisticado que ninguém consegue manter.
Não quero apenas usar tecnologia. Quero compreendê-la suficientemente bem para a conseguir tornar minha.
O acesso público e o acesso administrativo seguem caminhos diferentes por decisão de desenho, não por acaso de configuração.
A primeira banda descreve como o tráfego é publicado. A segunda descreve a rede interna onde os serviços correm. Administração desenhada para correr por rede privada, fora do caminho público.
A separação não é estética. Define o que falha isolado, o que pode ser reiniciado sem afectar o resto e onde vivem os dados que não se podem perder.
Enquanto esta página está aberta, mantém uma ligação em tempo real ao backend que a serve. Os números abaixo vêm dessa ligação.
O código e os projectos estão no GitHub. Para conversa profissional, LinkedIn. O dashboard operacional é privado e fica onde deve ficar.